sábado, 29 de novembro de 2014

Unifeso pesquisa ação antibacteriana da casca de tangerina


Estudante Sandro Costa e o professor Bruno Bezerra - Foto: Unifeso
 
O Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) apresentou no II Congresso da Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas uma importante pesquisa desenvolvida no Laboratório de Farmácia, no Campus Quinta do Paraíso, por estudantes e professores do curso. O evento aconteceu em Búzios (RJ), de 24 a 27 de setembro, com o tema “Farmacêuticos do futuro: tecnologia e estratégias”.
 
A pesquisa foi apresentada no evento na forma de pôster pelo professor Bruno Bezerra, representando a professora Patrícia Nunes (responsável pelo projeto e atualmente licenciada para a finalização de seu doutorado na Bélgica), em conjunto com a professora Isabel Cristina Vieira da Silva, que está substituindo a professora Patrícia, e ainda pelo estudante Sandro Costa, do terceiro período, tendo também participado da pesquisa os estudantes do terceiro período Alessandra Correa, André Oliveira, Rita Goulart, Alexandre Pinto e Michel Barbosa. Intitulado “Atividade antibacteriana dos óleos essenciais da casca de tangerina”, o trabalho traça um perfil antibacteriano dos óleos essenciais da casca da fruta, bastante cultivada em Teresópolis. Segundo o professor Bruno, o objetivo é provar que nas cascas há atividades antibacterianas.
 
De acordo com o professor Bruno, os estudos já provaram que os óleos essenciais extraídos dessas cascas fazem efeito antibacteriano sobre a Staphylococcus sp (bactéria gram positiva causadora de infecção hospitalar e infecções da pele) e a Pseudomonas sp (bactéria gram negativa causadora de infecção hospitalar com elevado índice de óbito), entre outras bactérias que ainda estão em estudo. “O objetivo é produzir novas alternativas aos antibióticos convencionais atualmente utilizados para o tratamento destas bactérias em pacientes. A partir destes óleos pode-se produzir, por exemplo, um creme para ser passado na pele como forma de tratamento da infecção”, disse o professor.
 
O trabalho vem sendo desenvolvido há cerca de dois anos e conta com o apoio do Programa de Iniciação Científica, Pesquisa e Extensão (PICPE) e recentemente também foi apresentado na Jornada de Pesquisa e Iniciação Científica Jornada de Pesquisa e Iniciação Científica (JOPIC) do UNIFESO.

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