sexta-feira, 15 de abril de 2016

'Direito e Cinema' promove reflexão em universitários

Reflexão com a exibição do filme 'Justiça para todos' - Foto: Unifeso
 
Estudantes do curso de Direito do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) assistiram ao filme “Justiça para todos” e realizaram debates, elaboraram resenhas e participaram de um mural de ideias. A atividade ocorreu nos dias 6, 7 e 13 de abril e foi supervisionada pelas professoras Lygia Brandão da Silva Pombo, Maria da Conceição Monteiro de Magalhães, Vera Lúcia Oliveira, Carmem Lúcia Quintana e Ana Brasílio.
 
A professora Lygia Pombo explica que “o objetivo do evento foi fazer com que os estudantes de Direito possam, através de outras formas de informação que não só as leis, perceber a presença do direito nas mais variadas formas de transmissão do conhecimento. Os alunos também refletiram sobre o comportamento ético do profissional da área jurídica”.
 
“É uma possibilidade de usarmos a arte como um dispositivo de produção de conhecimento. A atividade não foi apenas assistir ao filme, eles também elaboraram um varal de ideias e transformaram a sensação que eles tiveram durante o filme em conhecimento através de frases ou desenhos, e puderam pendurar nesse varal, que também é outro dispositivo de produzir conhecimento”, analisa a professora Ana Brasílio.
 
“Justiça para todos” é um drama judicial produzido em 1979. Indicado ao Oscar nas categorias de melhor ator protagonista e roteiro original, foi dirigido por Norman Jewison e estrelado por Al Pacino.
 
O estudante Olympio Dumont diz que “foi absolutamente sensacional. Filmes de tribunais abordam temas recorrentes de modo geral, mas esse contribuiu com um olhar diferente de tudo que conheci até então. Achei a catarse da cena final comovente. Bem ambientado, personagens bem construídos e com grandes atuações”. Sua colega Suzana Okuma acredita que “a atividade foi interessante, diferente. Me fez pensar em como podemos melhorar o sistema judiciário do nosso país, acabar com a corrupção, com o preconceito, uma vez que perante a lei somos todos iguais e com os mesmos direitos. Como futura aplicadora do Direito, isso me fez refletir”.

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